Rubble King // de Duarte Valadares // Palcos Instáveis Segunda Casa

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  • Data
    24 janeiro . sábado . 21h30
  • Duração
    40'
  • Público alvo
    M6
  • Preço
    8,50 €
  • Observações
    descontos aplicáveis

“Rubble King” introduz um curto período de atenção, uma criatura investigadora do arquétipo. Uma entidade numa sandbox, um local de informação ilimitada, um circuito excessivamente produtivo à procura de arquétipos com que se alimentar. Esse corpo universal é viral, um circuito não filtrado, interrompido aleatoriamente pela autossatisfação. Vislumbres de estruturas reais de movimento estão presentes como se pairassem nuvens e refletissem pensamentos. Mudança, mudança, mudança, vários estados através da mudança de atenção e esquivando-se da conclusão, um ridículo racional.

Ficha artística //
Direção artística Duarte Valadares
Cocriação André Cabral e Marco da Silva Ferreira
Interpretação Duarte Valadares (digressão) / Marco da Silva Ferreira (estreia)
Artista visual Oscar Cassamajor
Compositor Olli Lautiola
Figurinista Pawel Androsiuk
Desenho de luz Luisa L’Abbate
Coprodução Instável – Centro Coreográfico e Teatro Municipal do Porto
Apoio de residência Cie Thor, Jazzy Dance Studios – Santos, Estúdio CAB – Centro Coreográfico de Lisboa, Centro de Criação do Imaginarius, Instável – Centro Coreográfico
A Instável é apoiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção Geral das Artes

Biografias //

Duarte Valadares nasceu no Porto, tem 29 anos e formou-se na Escola Superior de Dança, em 2014. Reside em Portugal, pesquisando paralelamente o movimento contemporâneo e urbano, estudo que intitula de “Hybrid Movement”.
Trabalhou com coreógrafos como Amélia Bentes, em “Eternuridade”, Marco da Silva Ferreira, em “Land(e)scape”, “Hu{r)mano”, “Brother” e “Bisonte”, Drosha Gherkov em “Needs”, Jonas & Lander em ” Adorabilis”, Thiery Smits/Compagnie Thor em “Anima Ardens” e “Waw”. Com a Companhia Instável, trabalhou com nomes como Gregory Maqoma, em “Free”, Emmanuele Hyuhn, em “Cribles”, e Mafalda Deville, em “Barro – Terra Molhada Onde a Bota Escorrega”. Duarte coreografou “Dry Mouth” (2015), “State of Doubt” (2016), ‘We can buy a Basquiat but we can’t hold handsk (2017), com Jonas Verwerftem “Rubble King” (2020).

A Instável – Centro Coreográfico constitui um espaço vivo e informal, por onde passam múltiplos criadores e intérpretes, numa lógica de incubadora. Fundada em 1999, dedica-se às áreas da criação artística, formação, difusão e apoio a criadores, pesquisa e desenvolvimento de públicos.
Segunda Casa é o seu programa de difusão de um conjunto de obras coreográficas, desenvolvidas e apresentadas inicialmente no âmbito do ciclo Palcos Instáveis/1as Obras, em parceria com o Teatro Municipal do Porto. Tem por objetivo contribuir para a valorização, visibilidade e reconhecimento de criadores e incentivar a programação descentralizada de dança contemporânea.

 

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©JoséCaldeira_TMP

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