Clamor //

Hits: 11
  • Data
    10 outubro . sábado . 21h30
  • Duração
    60'
  • Público alvo
    M/12
  • Preço
    8,50 €
  • Observações
    descontos aplicáveis

«Clamor» é um projeto performativo e instalativo que trabalha a partir da aproximação entre o toque manual de um sino e o vocabulário da corda vertical. O foco neste diálogo, que se apresenta imediatamente carregado de simbologia, dilui-se numa paisagem através da ativação dos elementos que a compõem, se cruzam e se justapõem, até à criação de um espaço que se quer imersivo, mas também ensaístico. Na relação entre corpo, som e objeto procura-se a possibilidade de um jogo que também busca aumentar o espaço de ação e os limites que o circunscrevem através da tensão contínua entre peso e suspensão, tradição e deslocamento, eficácia e falha. A performance propõe uma forma de atenção prolongada, numa experiência de proximidade e circulação. Neste espectro de possibilidades, o espectador é convidado a habitar o intervalo entre expectativa e acontecimento, ensaiando o seu ponto de vista e deambulando entre inquietação e desejo, desconforto e entrega.

FICHA ARTÍSTICA//
Conceção e ativação Margarida Montenÿ
Acompanhamento e apoio Silvana Ivaldi
Desenho de luz Pedro Nabais
Conceção e interpretação musical Pedro Góis, André Dias
Composição sonora Antonio Marotta
Estrutura/desenho cenográfico Emanuel Santos
Coprodução Outdoor Arts Portugal (em parceria com 23 Milhas/Bússola, Festival LEME e Município de Pombal/Casa Varela); Teatro Virgínia/ Município de Torres Novas; Erva Daninha; CAMPUS Paulo Cunha e Silva, no âmbito do programa Residências Artísticas 25/26
Apoio financeiro República Portuguesa - Direção Geral das Artes, Fundação GDA
Apoio Fundição de Sinos de Braga, Serafim da Silva Jerónimo e Filhos Lda; e da cordoaria Sicor S. A.


BIOGRAFIA//
Margarida Montenÿ é acrobata aérea e performer, desenvolvendo uma prática situada no cruzamento entre circo e artes performativas. A sua pesquisa parte da criação de dispositivos de reação e de situações performativas que convocam estados de intimidade, força e vulnerabilidade, ativados por dinâmicas de conflito, dissonância, afeto e proximidade. Em 2024, recebeu o Prémio Jovens Artistas – Coliseu Porto Ageas, na categoria de Circo. Entre os seus projetos destacam-se BLUE (2023), uma performance entre afeto e atrito que questiona e distende o conceito de “solo”, e Simulacro (2022), criado em parceria com Carminda Soares, um exercício de escuta e intimidade entre corpos queer. Paralelamente ao seu percurso autoral, colabora como intérprete com estruturas e criadores de diferentes áreas.

 

Este espetáculo utiliza efeitos estroboscópicos e sonoros de elevada intensidade, não sendo recomendado a pessoas com fotossensibilidade ou sensibilidade auditiva.

 

©créditos reservados

Redes Sociais
Tagged under: Novo Circo