Pluridisciplinar
18
Janeiro 2019
Lusco-Fusco. Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira
Lusco-Fusco. Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira
Sexta, 18 de Janeiro de 2019 | 15h00
Sábado, 19 de Janeiro de 2019 | 11h00
Local: Teatro Virgínia
Público alvo: M6 anos
Duração: 45 min.

Lusco-Fusco surge de um desejo de partilhar uma experiência sobre o vazio e o  que ele pode conter. O vazio só contém ar! E o aborrecimento? Como é o vazio de estar tudo tão cheio que não encontramos nada? Será uma incubadora de acontecimentos? Uma descoberta partilhada da matéria e do corpo em que a luz e a transição do tempo nos mostram o que há para ver numa relação de escala entre nós – o mundo e os inversos. Lusco-Fusco vê a vontade de ser um bocadinho inventor do seu próprio espanto e para isso desenha um espaço que pouco a pouco se torna numa invasão feita pela matéria que podemos com ela transformar e sermos transformados, mudá-la de lugar, levá-la connosco, arrastá-la e libertá-la. Deixá-la ser invadida por mãos e pés e cabeças que sentem. Os performers organizam o corpo para desaparecer, desobedecer e desaprender com a matéria e habitam um lugar aberto ao sensível e à própria perceção de cada criança.


Para que percorres inutilmente o céu à procura da tua estrela? Põe-na lá.
(in Vergílio Ferreira, Escrever)


18 de Janeiro. Sessão para Escolas

19 de Janeiro. Sessão para Famílias




Direção e Interpretação Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira
Dramaturgia Joana Bértholo
Direção Plástica Rita Westwood
Sonoplastia Filipe Lopes
Figurinos Jordann Santos
Desenho de Luz Cárin Geada
Voz off Eduardo Rego
Produção Executiva Circular Associação Cultural
Agradecimentos Constança Carvalho Homem, Amora Gonçalves Caldeira,
Sílvia Barbosa e Luís Filipe Silva
Coprodutores Teatro Municipal do Porto, São Luiz Teatro Municipal,
Comédias do Minho, Circular Associação Cultural, Teatro Aveirense


Bio________________________________________________________

Filipe Caldeira inicia em 2000 o seu estudo em manipulação de objetos. Ao longo dos anos de prática o seu interesse vai-se desviando do virtuosismo técnico, dando primazia ao imaterial, ao corpo e à voz como gatilhos autónomos.


Catarina Gonçalves foca o seu trabalho na dança em contextos que questionam o corpo social/político e a relação entre público/performer. A aproximação à comunidade pauta o seu percurso artístico.

2€ . Escolas

3€ . Famílias

Lotação limitada a 80 lugares

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